terça-feira, 30 de julho de 2013

Até Breve,...Deixa Saudades!!!

Como o conhecia,...seu GERMINO
Nós nascemos e morremos “sozinhos” e eu não sei temer a morte e nem através dela sentir dó seja lá de quem for. Entendo que morrer é natural para todas as coisas vivas, entretanto, em nosso caso em especial, a morte, significa renascer (São Francisco de Assis: “... é morrendo que se viva para vida eterna”. A transcendência espiritual – o espírito é o que realmente somos– nos devolve a faculdade de conhecer o que certamente jamais conheceremos enquanto encarnados. É lógico que não é na nossa temporalidade, mas sim na nossa espiritualidade que desvendamos nossos olhos e nosso entendimento. Mas a morte, no entanto, pode se dar em três formas: a morte quando ainda vivemos e renunciamos a todas as pompas desse mundo de ilusão, dá-se a mortificação pela graça do Criador aos escolhidos – morrer para o mundo e viver em Deus. Há a morte que nós conhecemos e “tememos” que é esta onde as funções biofísicas cessam por vários motivos naturais e nos separam do que adoramos da vida – idolatria. E há a morte da alma – espírito, simbolizada pela condenação justa do Criador a todos aqueles que pelos seus pecados sem a confissão e arrependimento sucumbem ao abismo das trevas. Sei que ele, tio Elias, meditava sobre isso e se importava. Humano e virtuoso, humilde como ele mesmo se via: “... não sou nada diante do Tudo e espero Nele o meu caminho”. Tudo que é luz ascende e tudo que é escuridão descamba. Esperamos que o nosso tio “irmão” esteja nas estradas da luz subindo ao centro do universo, ao grande foco, onde concentra toda justiça, toda verdade e todo amor. Até um iluminado dia meu tio querido!
fonte: Nelson barros facebook

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